Consomem-me a alma e não me deixam dormir...
È quase meia noite, estou perdida de sono mas sou escrava da insónia. Insónia maldita trazida pelo medo, medo da imperfeição Humana.
Procuro nos meus pensamentos, nesta noite quente ou fria, já nem sei muito bem, a pureza humana a essência da vida. As respostas são vagas e indesejada, um inesperado desânimo pousa sobre mim. Vêm-me a razão imagens de uma sociedade, e a ela associados conceito de imperfeição e arrogância.
Pobre e mesquinho ser Humano!

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