quinta-feira, 21 de junho de 2007

Amar-te!

Afinal o que é o Amor Senão uma forma de gostar, Um sentimento de ternura, Um forma de amar, Amar e desejar ser amada, Amar sem nada pedir, É estar apaixonada, É uma forma de sorrir… É uma forma de viver, É querer fazer alguém feliz É não te querer perder Nem partilhar com ninguém, É querer ver-te feliz, É escutar o que tens para dizer É amar-te sem segredo, Para quem quiser saber É um sentimento que me invade, É algo que vem do coração É uma lágrima Não de dor mas de paixão. Sei que não sou poeta, Mas procuro falar como aqueles que são, Estas palavras mal pensadas Que te dedico do fundo do coração!

domingo, 17 de junho de 2007

Vazio complexo

Penso em tudo mas nada me ocorre. Penso num vazio mas uma imensidão de imagens Invadem-me de súbito o pensamento. Imagens incertas e confusas vêm e vão, Imagens de uma realidade conhecida, Imagens de um mundo negro e desordenado
e de um futuro incerto traçado pelo Homem reles.
um pensamento final atormenta-me,
talvez o de um futuro desconhecido,
agora desvendado pelo passado e presente! Procuro abstrair-me da realidade Mas sou traída pelo pensamento.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

A chama que nos aquece a alma.

A lenha que arde Quando incendiada É como o amor despertado Numa alma habitada, O lume aquece-nos o corpo E ficamos saciados O Amor aquece-nos o coração E ficamos apaixonados Mas se a lenha acaba O lume perde a intensidade Se o Amor se ausenta No coração fica a saudade. Com a lenha que ardeu Algo foi aquecido Com o Amor que se viveu Algo foi aprendido Mas se a lenha não arder Frio vamos ter Se o amor não chegar Nada vamos aprender

sábado, 9 de junho de 2007

Chorar

Chorar sem razão, Chorar sem saber, Chorar com vontade , Chorar sem entender,
Se o motivo é felicidade, Então deixem-me chorar! Por não ser um sonho, Aquilo que estou a olhar.

Pobre e mesquinho ser humano.

Consomem-me a alma e não me deixam dormir...
È quase meia noite, estou perdida de sono mas sou escrava da insónia. Insónia maldita trazida pelo medo, medo da imperfeição Humana.
Procuro nos meus pensamentos, nesta noite quente ou fria, já nem sei muito bem, a pureza humana a essência da vida. As respostas são vagas e indesejada, um inesperado desânimo pousa sobre mim. Vêm-me a razão imagens de uma sociedade, e a ela associados conceito de imperfeição e arrogância.
Pobre e mesquinho ser Humano!

terça-feira, 5 de junho de 2007

Solidão no meio da multidão!!

Invade-me uma solidão inesperada, um desejo de estar noutro lugar, mas que lugar? O meu pensamento está incapaz de pensar nesse lugar. Talvez um lugar fora da terra, um lugar no espaço?
Talvez! ...
Aqui a frustração da incapacidade humana, entranhasse-me no pensamento e assusta-me. Saber que um dia aquilo que sou, não vai passar de pó e que em menos do que possa imaginar aquilo que fui deixará de existir, ainda que por alguns tempos outros se recordem de mim do meu nome da minha imagem enquanto matéria orgânica, isso será efémero e passageiro.